Patronos

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Machado de Assis (1839-1908) foi um escritor brasileiro. “Helena”, “A Mão e a Luva”, “Iaiá Garcia” e “Ressurreição”, são romances escritos na fase romântica do escritor. Um dos nomes mais importantes da nossa literatura. Primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras. Foi um autor completo. Escreveu romances, contos, poesias, peças de teatro, inúmeras críticas, crônicas e correspondências.
Acadêmica: Ana Luíza Freitas (2015 – presente)
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Manoel Wenceslau Leite de Barros, grande poeta brasileiro, nasceu aos 19 de Dezembro de 1916, em Cuiabá(MT). É o poeta das coisas e dos seres “desimportantes” onde a estética da palavra se reinventa e desconcerta o verso e o poema em si. Tira-nos da mesmice lógica e nos abre outra possibilidade de ver o mundo e as coisas.
Acadêmico: Geraldo Phonteboa (2015 – presente)
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Carlos Drummond de Andrade (1902–1987) foi um poeta brasileiro. “No meio do caminho tinha uma pedra / tinha uma pedra no meio do caminho”. Este é um trecho de uma das poesias de Drummond, que marcou o 2º Tempo do Modernismo no Brasil. Foi um dos maiores poetas brasileiros do século XX.
Acadêmico: Jonas Vieira (2015 – presente)
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João Dornas Filho foi um escritor brasileiro. Mais precisamente: poeta, historiador, contista. No que se relaciona à poesia, um dos primeiros a praticar poemas sob impacto do Modernismo de ’22’, por pertencer à primeira fase dele. Foi membro da Academia Mineira de Letras, autor de 28 obras. Foi um dos membros ativos, em 1928, do movimento de reforma das artes e letras mineiras, através da revista denominada “Leite Criôlo”, de significativa circulação em Minas Gerais.
Acadêmico: Luiz Mascarenhas (2015 – presente)
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Mário de Andrade (1893-1945) foi um escritor brasileiro. Publicou “Pauliceia Desvairada” o primeiro livro de poemas da primeira fase do Modernismo. Estudou música no Conservatório de São Paulo. Foi crítico de arte em jornais e revistas. Teve papel importante na implantação do Modernismo no Brasil. Foi amigo inseparável de Anita Malfatti e Oswald de Andrade. Foi diretor do departamento de Cultura da Prefeitura de São Paulo. Foi funcionário do Serviço do Patrimônio Histórico do Ministério da Educação
Acadêmico: Maria Lúcia Mendes (2015 – presente)
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Acadêmico: Sílvio Bernardes (2015 – presente)
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João Guimarães Rosa nasceu em Cordisburgo-MG, em 27 de junho de 1908. A partir de aparente regionalismo mineiro criou o realismo universalista em que a paisagem humana e geográfica do Brasil adquire seu próprio cosmo ficcional. Assim, Guimarães Rosa consegue fazer a síntese e a decantação da linguagem sertaneja, ao fundir o universo cultural do sertão com sua própria cultura universal.
Acadêmico: Toni Ramos (2015 – presente)
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Mário de Sá-Carneiro (1890-1916) foi um poeta português, da primeira Geração Modernista, também conhecida como “Geração do Orpheu”. Mário de Sá-Carneiro (1890-1916) nasceu em Lisboa, Portugal, no dia 19 de maio de 1890. Filho de um engenheiro ficou órfão de mãe com dois anos de idade. Em 1900 ingressou no Liceu de Lisboa, época em que começou a escrever as primeiras poesias. A obra de Mário de Sá-Carneiro ocupa um lugar de destaque na literatura portuguesa, sobretudo na poesia. É poeta em todos os domínios, até mesmo no teatro e na prosa.  Mário de Sá-Carneiro suicidou-se no Hotel de Nice, em Paris, no dia 26 de abril de 1916.
Acadêmico: Vera Macedo (2015 – presente)
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Fernando Sabino (1923-2004) foi um escritor, jornalista e editor brasileiro. Recebeu diversos prêmios, entre eles, o Prêmio Jabuti pelo livro “O Grande Mentecapto” e o Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras. Foi condecorado com a Ordem do Rio Branco, no grau de Grã-Cruz, pelo governo brasileiro.
Acadêmico: Vera Silva (2015 – presente)
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Miguel Augusto Gonçalves de Souza. Nasceu em Itaúna. Escritor, empresário, advogado, pesquisador e autor de oito livros. Secretário de Estado da Fazenda; Secretário do Interior e Justiça no Governo de Magalhães Pinto. Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de 1998 a 2001, onde realizou gestão profícua e modernizadora; membro da Academia Mineira de Letras. Presidente do BDMG, de 1963 a 1964.  Diretor Presidente da Fiat Automóveis SA., de 1979 a 1983. Entre inúmeras atividades sociais, educacionais e culturais: fundador, mantenedor e benemérito da Universidade de Itaúna – UIT.
Acadêmico: Arnaldo de Souza Ribeiro (2016 – presente)
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Érico Veríssimo (1905-1975) foi um escritor brasileiro. “Olhai os Lírio do Campo”, é sua obra prima. Foi um dos melhores romancistas brasileiros. Fez parte do Segundo Tempo Modernista. Recebeu o “Prêmio Machado de Assis” com a obra “Música ao Longe” e o “Prêmio Graça Aranha” com “Caminhos Cruzados”.
Acadêmico: Ocília Nogueira (2016 – presente)
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Jorge Amado (1912-2001) foi escritor brasileiro. O romance “Gabriela Cravo e Canela” recebeu os prêmios Jabuti e Machado de Assis. Seus livros foram traduzidos para quase todas as línguas. Foi Membro da Academia Brasileira de Letra, ocupando a cadeira de nº 23. Iniciou sua carreira de escritor com obras de cunho regionalista e de denúncia social.
Acadêmico: Jorge Amado (2016 – presente)
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Hilda Hilst foi uma poeta, ficcionista, cronista e dramaturga brasileira. É considerada pela crítica especializada como uma das maiores escritoras em língua portuguesa do século XX.
Acadêmico: Hilda Hilst (2016 – presente)
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Em breve.
Acadêmico: Maria Eneida Nogueira Guimarães (2016 – presente)
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José Bento Renato Monteiro Lobato nasceu na cidade de Taubaté, interior de São Paulo, no ano de 1882. Monteiro Lobato é considerado o precursor da literatura infantil no Brasil. No entanto, há outras faces de Monteiro lobato pouco exploradas como Editor e Tradutor, isso sem contar seus envolvimentos no campo político. Monteiro Lobato é um daqueles homens raros de nossa história.
Acadêmico: Matheus Alcântara (2016 – presente)
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Nascido em 29 de Dezembro de 1931, em Santo Antônio do Amparo e itaunense de coração, David de Carvalho foi um escritor muito ativo na Cultura de Itaúna e região, tendo trabalhado textos para adultos e crianças, além de um trabalho histórico, no registro da História das cidades de Itaúna e Itatiaiuçu. Entre suas obras mais marcantes estão “A Guerra das Mamonas Verdes”, que relata o cotidiano dos meninos moleques das ruas do interior de Minas, obra transformada em peça teatral na década de 1990. Premiado por concursos literários, Carvalho manteve-se próximo da humanidade e simplicidade do homem do campo, d’onde nasceu importante personagem seu: Bentinho Samambaia. Faleceu em 27 de Setembro de 2002, deixando extensa memória do interior de Minas Gerais cravada em seus contos e livros.
Acadêmico: Pedro Penido (2016 – presente)
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Em breve.
Acadêmico: José Raimundo Batista Bechelaine (2016 – presente)
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Alphonsus de Guimaraens (1870-1921) foi um poeta brasileiro. Um dos principais representantes do Movimento Simbolista no Brasil. Marcado pela morte de sua prima Constança – a quem amava e estava com apenas dezessete anos, sua poesia é quase toda caracterizada pelo tema da morte da mulher amada. Todos os outros temas que explorou como religião, natureza e arte, de alguma forma, se relacionam com o mesmo tema da morte.
Acadêmico: Raimundo Rabello (2016 – presente)
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Em breve.
Acadêmico: Vera Alice dos Santos (2016 – presente)
 

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